Educativo, não consultivo
Descrevemos conceitos, contextos e leituras. Nunca aconselhamento personalizado nem orientações dirigidas a indivíduos.
A HazelPathwalker é uma publicação editorial sediada em Coimbra. Escreve sobre stress quotidiano e meditação como prática diária — sem cursos, sem consultas, sem aconselhamento individual.
A HazelPathwalker nasceu em 2022 como um pequeno arquivo partilhado entre quatro amigos que se conheciam em workshops de escrita e que, na pandemia, descobriram leitura como hábito anti-stress mais eficaz do que qualquer aplicação de telemóvel. Em vez de oferecer mais um curso online, decidimos escrever guias longos — daqueles que ocupam um fim-de-semana inteiro a ler.
Hoje, somos uma editora pequena com sede em Coimbra. Publicamos guias gratuitos em PDF, um boletim semanal e textos longos sobre stress, atenção e meditação enquanto prática quotidiana — com referências verificáveis e sem promessas terapêuticas.
Não vendemos cursos, não temos consultores e não oferecemos sessões individuais. O que entregamos é texto cuidado, ilustrado quando necessário, escrito para ser lido devagar.
Aplicam-se a todos os textos publicados — sejam guias, boletins ou cartas aos leitores.
Descrevemos conceitos, contextos e leituras. Nunca aconselhamento personalizado nem orientações dirigidas a indivíduos.
Todas as afirmações de origem científica remetem para artigos ou livros consultáveis em bibliotecas públicas portuguesas.
Não recebemos pagamento para mencionar marcas, produtos ou plataformas. Quando recomendamos um livro, dizemos porquê.
Os endereços de e-mail ficam connosco. Sem partilha com terceiros, sem segmentação publicitária externa, sem venda.
O calendário editorial está visível para subscritores. Os temas chegam quando dizemos que chegam — sem clickbait.
Recebemos cartas todas as semanas e respondemos. Algumas, com autorização, são publicadas no boletim na secção «Cartas escolhidas».
Cada artigo passa por cinco etapas. É lento, mas é o que evita textos superficiais.
Sugestões dos leitores, perguntas que se repetem nas cartas, lacunas editoriais que vamos identificando ao longo do trimestre.
Bibliografia em português, inglês e (quando útil) francês. Sempre que possível, conversas informais com investigadores universitários portugueses sobre o estado da literatura.
O redator responsável escreve a versão completa do texto, normalmente entre 2 000 e 6 000 palavras, com notas no final.
Outro membro da redação lê em modo de revisão. A editora dá o passe final antes de qualquer texto chegar ao leitor.
O texto entra no calendário e fica também no arquivo do boletim. Se for actualizado, a data de validação muda visivelmente.
Recebes o guia introdutório em PDF e, se quiseres, o boletim semanal à quarta-feira.